Não bastassem as incertezas nascidas do tumulto na política e nas contas do governo Dilma Rousseff (PT), a economia nacional enfrenta também o espectro da insegurança energética. Se a escassez de eletricidade não derrubar ainda mais o PIB de 2015, é provável que faça tropeçar o de 2016.
Cresce entre especialistas a expectativa de que o Planalto se veja forçado a decretar um racionamento. Consultorias ouvidas por esta Folha situam entre 60% e 95% o risco de um corte no fornecimento de ao menos 5% ao longo de 2015.
O nível dos reservatórios de hidrelétricas no Sudeste e no Centro-Oeste, que geram mais de 70% da energia do país, iniciou março na marca de 20,6%, abaixo da média histórica. De 2009 a 2014, a quantidade de água estocada esteve entre 35% e 80% nesta altura do ano. Leia mais na Folha de S. Paulo.
