O número de companhias brasileiras com risco de perderem o selo de bom pagador –o chamado grau de investimento– da agência de classificação de risco Moody’s mais que dobrou no primeiro trimestre, em relação aos últimos três meses de 2014.
As notas dadas pelas agências de avaliação de riscos são usadas para balizar as decisões de investidores.
Entraram na relação de “potenciais anjos caídos”, nome dado pela agência às companhias Baa3 (última nota antes do grau especulativo) com perspectiva negativa ou em revisão para rebaixamento, cinco empresas: AES Tietê, Bandeirante Energia, Espírito Santo Centrais Elétricas, Energest (do setor elétrico) e a construtora Odebrecht.
Em dezembro, eram Braskem, Eletrobras e Sabesp (a lista considera apenas companhias não financeiras)
Agora, o Brasil ocupa a primeira posição na lista, ao lado dos Estados Unidos, também com oito empresas. Leia mais na Folha de S. Paulo.
