Uma lembrança assombra as noites da psicóloga Cristina Fernandes. Era 2006, e ela fora nomeada diretora do Centro Integrado de Atendimento à Mulher Márcia Lyra, a mais antiga unidade fluminense para atendimento a vítimas de violência, no Centro. Um dia entrou no Ciam a família de uma mulher morta pelo companheiro. Mãe e filhos da vítima estavam sob ameaça do agressor. Cinco técnicas, entre psicólogas, advogadas e assistentes sociais, se juntaram para atender a família. Três desistiram. Cristina ficou, e o que a assombra até hoje é o medo de que a história um dia se repita. Leia mais em O Globo.
