Findou ontem no Brasil uma corrida eleitoral na qual disputaram três mulheres — uma delas presidente —, mas a posição do país na defesa pelos direitos femininos nas negociações globais vem dando passos para trás. O raciocínio é de Françoise Girard, que preside, desde 2012, a International Women’s Health Coalition (IWHC), aliança em defesa das mulheres que dá suporte a organizações de todo o mundo. Semana passada, ela esteve no Rio para se reunir com grupos de direitos humanos. Cientista política e especialista em saúde, direitos humanos e sexualidade, Françoise afirma: para que políticas públicas em favor das mulheres ganhem espaço, além de aumentar significativamente a proporção de autoridades do sexo feminino, é preciso cobrar delas o compromisso com a igualdade de gênero. Leia mais em O Globo.
