Um movimento criado para pedir mais ética e profissionalismo na cobertura jornalística de sites especializados em videogames se transformou, em poucos meses, em uma das piores campanhas de ódio já vistas na internet. Desde o seu início, em agosto deste ano, o chamado “GamerGate” fez com que ao menos três mulheres deixassem suas casas após ameaças de morte e estupro; forçou empresas como Intel e Mercedes a retirarem publicidade de determinadas mídias; e cancelou, após ameaças de tiroteio, uma palestra na Universidade Estadual de Utah. Por fim, o FBI entrou no circuito e ofereceu parceria à Associação Internacional de Desenvolvedores de Jogos (IGDA, na sigla em inglês) para conter as ações de criminosos que, sob anonimato em redes sociais e fóruns on-line, coordenam esses ataques. Leia mais em O Globo.
