A presidente e candidata Dilma Rousseff se valeu de dados errados sobre a dívida pública para negar a necessidade de um “choque fiscal”, ou seja, de um corte amplo e imediato nos gastos do governo.
Na argumentação da petista, a medida é desnecessária porque o governo brasileiro teria uma das menores dívidas do mundo, como proporção da economia do país.
“O Brasil tem uma das menores dívidas líquidas sobre Produto Interno Bruto do mundo, 34%. Todo o resto do mundo, tirando uns seis países, tem dívidas líquidas acima de 100% ou perto de 100%”, disse Dilma nesta quinta-feira (25).
