Com atraso de mais de dois meses, a Petrobras prevê submeter ao seu conselho de administração, nesta terça (27), o balanço financeiro da Petrobras referente ao terceiro trimestre.
Se aprovado, deve ser divulgado, mas sem o parecer de auditores independentes, como requer a lei.
O atraso deveu-se à revelação do esquema de corrupção na estatal. Sem citar valores, a empresa diz prever a subtração de valores atribuídos a pagamento de propina. O mercado estima baixas de R$ 10 bilhões a R$ 48 bilhões.
O balanço auditado deveria ter sido apresentado até 14 de novembro de 2014, mas não recebeu o aval da empresa PwC (PricewaterhouseCoopers).
Depoimento do ex-diretor Paulo Roberto Costa, que cumpre prisão domiciliar, fez a PwC se recusar a assinar o documento até que o efeito da corrupção nos negócios da estatal fosse conhecido e eliminado. Leia mais na Folha de S. Paulo.
