“A única conclusão que posso tirar disso é que essas partes queriam proteger o Partido dos Trabalhadores e a presidente Dilma Rousseff ao atrasar o anúncio dessas investigações para evitar um negativo impacto nas eleições. E para a SBM era importante ter uma sobrevida com os contratos no Brasil.” Leia na íntegra a entrevista com o ex-diretor da SBM Offshore, o britânico Jonathan David Taylor, 45, que recebeu a reportagem da Folha no último sábado (11) em uma cidade do Reino Unido, a uma hora de Londres. Aqui.
