PSDB participa da Conferência Mundial Sobre as Mulheres nos EUA

10 de março de 2015 0
almira e nancy

Almira Garms, presidente licenciada do PSDB-Mulher SP e Nancy Thame, presidente paulista e 2ª vice-presidente Nacional representam o Secretariado da Mulher do partido na conferência mundial sobre a mulher em 20 anos de Beijing

nancy plenaria 4

Nancy Thame, na plenária em Nova Iorque, no primeiro dia do evento que reúne mulheres de todo o mundo em torno da igualdade de gêneros e direitos humanos

 

O PSDB-Mulher participa da Conferência Mundial Sobre as Mulheres, que começou nesta segunda-feira (9/03), em Nova Iorque. O Secretariado da Mulher do PSDB está representado pela presidente do PSDB-Mulher SP e 2ª vice-presidente do PSDB-Mulher Nacional, Nancy Ferruzzi Thame e pela presidente licenciada do Secretariado paulista, Almira Ribas Garms. Na abertura desta que é a 59ª edição do status sobre a condição da mulher no mundo, aconteceu a confirmação de objetivos a serem alcançados pela sociedade civil pela igualdade, conforme as resoluções de Pequim, há 20 anos. Até 2030, segundo a Declaração de Beijing confirma a perspectiva de que a desigualdade deverá desaparecer. Conforme os relatos e os documentos das plenárias iniciais, a situação da mulher no mundo conquistou avanços nos campos da política, economia, educação, mas ainda esbarra em uma estatística dramática: a violência. Os dados estavam no relatório apresentado pelo secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon.

Para a presidente do PSDB-Mulher SP, Nancy Ferruzzi Thame, a violência tem de ser enfrentada com políticas públicas que visem à prevenção. “É da discriminação que partem esses crimes contra as mulheres”, pontua. E justamente este é o caminho apontado pela organização mundial, já que as mortes de mulheres por motivo de gênero, recentemente consideradas crime hediondo no Brasil, são conseqüência das agressões domésticas. Segundo a ONU, 35% das mulheres no mundo já sofreram alguma forma de violência. Quase metades das mulheres foram assassinadas por seus parceiros e parentes.

Sobre a educação, nestes 20 anos, desde Beijing, a igualdade entre os gêneros no acesso à educação primária foi uma conquista. No mercado de trabalho, também houve avanços, mas a OIT (Organização Mundial do Trabalho) diz que seriam necessários 75 anos para que os salários fossem iguais para homens e mulheres. Na política, a presença de mulheres nos parlamentos dobrou, mas elas ainda são uma em cada cinco parlamentares no mundo.


Deixe uma resposta »