Eles têm dívida de R$ 35 mil com ao menos três bancos e operadoras de cartão de crédito; 41 a 50 anos e trazem no currículo curso superior.
São pessoas que perderam o emprego, passaram por situações de descontrole financeiro ou viram a renda diminuir com o agravamento da crise econômica neste ano.
Esse é o perfil dos “superendividados” que recorreram ao programa de apoio e ao núcleo de tratamento do superendividamento da Fundação Procon SP.
São consumidores que tinham prestações maiores do que o seu salário -comprometeram muito mais do que os 30% da renda, percentual recomendado pelos especialistas -e tiveram ajuda gratuita dos técnicos do órgão para conseguir renegociar débitos e colocar o orçamento em dia. Leia mais na Folha de S. Paulo.
