As contas do Tesouro Nacional tiveram um superavit –receitas maiores do que as despesas, sem incluir os juros da dívida pública– de R$ 1,5 bilhão em março, ante um resultado positivo de R$ 3,5 bilhões registrado no mesmo período do ano passado.
No trimestre, o governo acumulou um superavit primário –economia para pagar juros da dívida– de R$ 4,49 bilhões (dado nominal, sem considerar a inflação do trimestre). Trata-se do pior resultado fiscal para o período desde 1998 (também sem considerar a inflação desse intervalo).
Considerando a inflação do primeiro trimestre de 2015, o superavit foi de R$ 4,7 bilhões. Leia mais na Folha de S. Paulo.
